Boas Práticas de Gestão

A nossa proposta de trabalho é, primeiro, captar no campo, nas comunidades do agronegócio, as boas práticas de gestão, julgada pelos dirigentes como as melhores no quesito “produzir resultados”. Os dirigentes selecionados a partir de empresas bem sucedidas, de algumas comunidades do agronegócio amostradas, elegem as melhores práticas que “deram certo” em suas empresas; práticas estas vivenciadas “no campo” e nos Centros de Inteligência Estratégica das empresas. Não se parte de nenhum conjunto pré-estabelecido de práticas sugeridas pela “gurulândia” – os gurus da “auto-ajuda” da gestão empresarial.
Feita essa primeira relação de práticas testamos então esse conjunto selecionado delas em comunidades maiores de dirigentes também bem sucedidos em suas empresas. Os dirigentes dão “uma nota” e atribuem um valor às práticas a partir dos resultados por elas produzidos em cada (em sua) empresa. Dizemos a eles “A prática é importante sim, mas quanto ela vale em termos de “produzir resultados”?”.
Em seguida, aplicamos às notas dadas um teste estatístico e quantitativo a cada uma e a todas as práticas das listas selecionadas, para identificar as melhores práticas eleitas, de forma a eliminar subjetividades normais nesses tipos de avaliação. Uma vez medido o valor médio e um coeficiente de unanimidade entre os dirigentes, de cada prática (ação, medida) adotada procedemos a uma classificação, a uma hierarquização, das mais importantes, para a disseminação das “eleitas” para toda a comunidade do agronegócio do Brasil.

Uma só prática de gestão
  1. Nossa proposta é de haver uma só prática de gestão estratégica. Uma só técnica de gerir estrategicamente cada um e todos os elos das cadeias do agronegócio. Os princípios derivados das experiências de empresários do setor e de cada sub-setor das cadeias serão generalizados para todos os ramos do agronegócio. Desde o pequeno produtor até a agroindústria, passando pelo médio e grande estabelecimento rural, pela revenda, pelos prestadores de serviços especializados, até a grande empresa agroindustrial, etc; enfim, todos os elos.
  2. Para vencer este desafio e construir este corpo de princípios, idéias e práticas adaptáveis a todos os elos da cadeia do agronegócio, usamos entrevistas com empresários e dirigentes do agronegócio, em cada segmento do setor. E, em seguida, extraímos idéias e princípios, leis, gerais aplicáveis a diversos portes de empresas e a diversas situações no campo das decisões do mundo real.
  3. A preocupação que presidiu a elaboração deste material foi o desafio de consagrar o princípio de que todos os empresários do setor podem aprender com todos os demais empresários do próprio setor! Todos têm muito a contribuir para quem quiser aprender. Criando uma Comunidade de Aprendizado Coletivo.

 
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