Se as Ferramentas Empresariais Contribuem Para Implantar Estratégias, Por Que Não Usá-las Para Revelar as Próprias Estratégias? Um Resumo das ferramentas de Gestão do Agronegócio Moderno



Lead: O conhecimento e domínio das Ferramentas Empresariais Modernas acabam gerando novas estratégias para a organização. Ajudam a decidir. Elas não decidem por nós, mas nós temos que conhecê-las. O tempo das decisões com intuição e tentativa e erro passou. Vamos lembrar que as ferramentas empresariais não são um fim em si mesmo. Depende da competência de quem as utiliza.  E vamos lembrar ainda: as ferramentas de gestão não decidem por nós; mas sem conhecê-las fica difícil decidir sobre tudo na empresa. A era de decidir por intuição e tentativa e erro já passou!

Sumário Executivo

            Iniciamos a apresentação pela ferramenta mais atual: Sistema de Indicadores Equilibrados de Desempenho (BSC), cujo título diz tudo acerca de seu uso. Em seguida discutimos uma ferramenta para medir a eficiência da nossa empresa em relação às demais concorrentes: o benchmarking como padrão de eficiência em diversas áreas para funcionar como os melhores concorrentes. A Reengenharia – tão controversa quanto às vezes ineficiente – aparece vestida de uma nova roupagem: energizada pelas sinergias funcionais; emponderamento; alinhamento de expectativas dos colaboradores-parceiros em relação às estratégias da empresa; aprendizado coletivo; etc. A Reengenharia renasce com novos recursos a partir do que aprendem com seus próprios erros e fracassos. A ferramenta torna-se quase um Novo Contrato de Gestão. O Planejamento Estratégico (participativo) ganhou vida nova, com um novo e revigorado quadro de referência. Agora, na sua nova versão, vai desde a administração de processos até a visão orientadora do que a empresa quer ser, passando pelo núcleo duro dos processos, fatores críticos do sucesso, definição de propósitos e escopos, etc.; e todo o processo de retro-alimentação das estratégias propostas e implementadas. Há claras definições de meios, metas, recompensas e penalidades.
            Uma ferramenta indispensável no arsenal dos gestores do Agronegócio é o conjunto das Cinco Forças de Porter. O controle das forças dos fornecedores, dos compradores, dos produtos substitutos, dos novos concorrentes no setor e do nível de rivalidade dentro da indústria determinam a rentabilidade de nossa empresa e da indústria. O controle do caixa e a prospecção de novos negócios são estratégias – ferramentas destinadas a fortalecer a Resiliência da empresa (fortalecer a capacidade de a empresa resistir a um choque externo de grandes proporções). Hoje as empresas gastam fortunas para promover o alinhamento das expectativas dos colaboradores com as estratégias das empresas. Uma ferramenta é discutida no texto em detalhe. A ferramenta da Comunicação Empresarial – interna e externa – merece estar no topo das estratégias das empresas. Não podíamos omiti-la.
            Retomamos a discussão acerca da ferramenta benchmarking, desta feita em nova versão muito mais eficiente. Com é difícil obter padrões de eficiência de outras empresas, a ferramenta utiliza os recursos da própria empresa. Os quadros profissionais elegem os padrões de eficiência a serem atingidos por excelência. Em seguida, avançamos no uso dos recursos da Análise SWOT. Incorporamos as estratégias a serem desenhadas quando a concorrência atinge, com as ameaças justamente a nossa área de pontos fracos. No final do texto há um Anexo destinado a oferecer um caso prático de uma empresa do agronegócio. Finalmente, a exposição da Curva do Aprendizado ou da Experiência – algo que as empresas têm levado a sério – termina esta exposição.

 
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