Planos de Negócios III – Os Pecados “Mortais” dos Planos de Negócio (PN) no Agronegócio; Como Avaliar Planos Que Podem (ou Não Podem) Indicar Se São Razoáveis os Investimentos no Agronegócio? Características Que nos Planos Separam a Vida da Morte Empresarial!



Lead: Quando as oportunidades surgem “em cima” de nossos Pontos Fortes esse não é um problema; Quando há ameaças “em cima” dos Pontos Fortes, essa já é uma decisão mais difícil e envolve avaliação das opções estratégicas para nossas decisões; Quando as Ameaças aparecem “em cima” de nossos Pontos Fracos essa não é uma decisão possível: não dá! Em todo caso, quando temos oportunidades temos que conhecer nossos pontos fracos; As decisões são difíceis nesse caso; Mas tudo dependerá de uma boa análise SWOT, que é parte integrante de um PN; Duas coisas não podemos esquecer: a) muitos livros ensinam a fazer PN´s, mas nenhum nos adverte sobre as armadilhas armadas pelo complexo mundo dos negócios; b) é comum ver um empresário se lançando em um negócio “forçando a barra” para “tentar viabilizar” uma decisão que já havia sido tomada; Cuidado! Perigo! Se você tem um só PN, sem outros para comparar como opções estratégicas, você pode estar em apuros; Vale a lei universal do número de motores no mar e no ar, seja para uma embarcação, seja para um avião: quem tem dois (motores) tem um, quem tem um (motor) não tem nenhum!


Sumário Executivo

Os PN´s já não conseguem – por suas características, por tratar o tema perifericamente e não ter uma análise especializada de riscos –, especificar ações mitigadoras para todos os riscos, tais como riscos de negócio, riscos institucionais (risco de uma instituição do Estado intervir nos mercados), riscos políticos, riscos de mercado não antecipáveis, etc.; A análise SWOT que usaremos a seguir ajuda muito, mas não é a “ultima palavra” para gestão de riscos; Os PN´s para o setor apresentam duas dimensões que podemos explorar: os Pontos Fracos e as Oportunidades; Qual a lógica dessas duas dimensões e nessa sequencia? Uma primeira atitude que devemos adotar é conhecem bem nossos pontos fracos, nossas limitações e em seguida devemos atentar para as oportunidades – elas sempre virão; Quando elas aparecerem é necessário conhecermos nossos pontos fracos para não nos lançarmos em uma “aventura” (às vezes de alto risco, que será tanto maior quanto menor for o nosso conhecimento de nossas limitações); Tivemos o privilégio de ter acesso a alguns PN´s e alguns Modelos de Negócios (MN); Analisando-os, dentro da ideia central desse trabalho, reunimos esse conjunto de Pontos Fracos e Oportunidades, para não ficarmos “só apontando defeitos nos trabalhos dos outros”; O objetivo dessa compilação com ênfase nos Pontos Fracos dos PN´s é procurar evidenciá-los, porquanto uma leitura de alguns deles – sem um checking list de pontos indispensáveis a serem observados – revela que não podemos nem pessimistas a ponto de refugar um bom negócios, nem tampouco otimista para “mergulhar de cabeça” em um negócio mais arriscado; Esse documento é justamente isso: um checking list de “pecados” que podem nos levar a grande privação; Veja bem: não são “defeitos” ou “erros” dos planos – são simplesmente imperfeições que nos revelam inadequações quando concebemos os nossos planos, não só de um plano, mas de um conjunto deles; Aprendemos mais com nossos “erros” do que com nossos acertos; Além disso, temos direito de cometer “novos” erros, não os mesmos do passado; Quanto ao bloco das Oportunidades Encontradas em Planos de Negócios, as observações nesse documento revelam o que muitos PN´s deixam de considerar quando se faz algo que se tem que fazer sempre: prospectar novos negócios; Essas oportunidades ou apareciam como aquelas que mereciam séria consideração ou foram negligenciadas porquanto os PN´s não as ressaltavam como seria devido; Os dirigentes não viram ou não prestaram atenção nas oportunidades;Tão ruim quanto fazer um negócio com um PN capenga é perder um bom negócio com um PN também capenga.

 
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